Sixty Degrees Flexible Allocation

Uma filosofia, um fundo.

O fundo SIXTY DEGREES FLEXIBLE ALLOCATION investe em instrumentos financeiros globais, cotados e de elevada liquidez, maioritariamente ações e obrigações.

Nota mensal do gestor

Disponível em PDF até ao dia 20 de cada mês.

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Rentabilidades · Categoria I

Evolução do valor da UP

Histórico de preço

Performance

Anos completos

Ano 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. 4º Trim. Ano
2025
-0,07%5,7303€
1,68%5,8267€
1,39%5,9077€
1,05%5,9695€
4,10%
2026
0,05%5,9722€
2,69%6,1330€
0,47%6,1620€
0,18%6,1729€
3,41%
Rentabilidade desde o lançamento do fundo a 13/08/2021 23,46%

Dados atualizados a 03/11/2026

Distribuição por classe de ativos

31/10/2026

  • Ações 54,17%
  • Ações: Exposição Líquida 26,09%
  • Ações: Cobertura -28,08%
  • Obrigações Empresas 8,94%
  • Obrigações Soberanas 29,63%
  • Commodities 2,49%
  • Liquidez 4,77%
Categoria

Valor da UP

6,1729 €

03/11/2026

Rentabilidade no ano

+3,53%

Categoria I

Investimento mínimo

50.000€

Perfil de risco

2 / 7

Horizonte 3 anos

Características · Categoria I

ISIN PTSXYCHM0008
Moeda EUR
Data de constituição 13/08/2021
Entidade gestora SIXTY DEGREES – Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Coletivo, SA
Banco depositário Caixa Geral de Depósitos, S.A.
Comissão de gestão 1% ao ano
Comissão de gestão variável 20% da diferença entre a rentabilidade anual do fundo, se positiva, e o máximo entre zero e valor da Euribor a 12m, divulgada no último dia útil do ano anterior, adicionada de 2% ao ano
Comissão de subscrição N/A
Comissão de resgate N/A
Horizonte de investimento recomendado 3 anos
Benefício fiscal (PPR) —

Distribuição por país

31/10/2026

  • Estados Unidos 65,00%
  • Portugal 27,07%
  • Alemanha 3,94%
  • Global 2,49%
  • PT 1,50%

Indicador sumário de risco

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
Risco mais baixo Risco mais elevado

Política de Investimento

O Sixty Degrees Flexible Allocation tem como objetivo proporcionar aos seus participantes o acesso a uma carteira de ativos diversificada, maioritariamente constituída por ações e por obrigações de taxa fixa e de taxa indexada de Estados e Empresas, sendo a sua política de aplicações norteada por critérios de diversificação das fontes de risco e de potencial valorização a médio e longo prazo. Na seleção dos ativos, a Sociedade Gestora pondera não apenas fatores económicos e financeiros, mas também o desenrolar de acontecimentos geopolíticos e o desenvolvimento de tendências estruturais de muito longo prazo, como a evolução demográfica.

A carteira poderá integrar títulos de dívida pública e privada, designadamente obrigações de taxa fixa e de taxa indexada, até 100% do valor do Fundo; ações, incluindo ações preferenciais sem direito de voto, obrigações com direito de subscrição de ações, obrigações convertíveis em ações, warrants ou outros valores cuja remuneração esteja indexada a ações, também até 100% do Fundo; valores mobiliários condicionados por eventos de crédito (Credit Linked Notes); e ativos de curto prazo, como certificados de depósito, depósitos bancários, aplicações em mercados interbancários, papel comercial e Bilhetes do Tesouro, denominados em euros ou noutras moedas. O Fundo pode ainda investir em unidades de participação de outros organismos de investimento coletivo — de ações, obrigações, mistos, de mercadorias ou de OIC — incluindo os geridos pela própria Sixty Degrees SGOIC, sem suportar, nesse caso, comissões de subscrição ou de resgate.

O universo de investimento é global, podendo o Fundo adquirir valores emitidos por entidades sediadas ou residentes em qualquer país, com exclusão dos abrangidos por regimes de sanções. A política de investimento não privilegia setores económicos específicos, sendo a gestão ativa e a seleção dos ativos efetuada de forma discricionária pela Sociedade Gestora. O Fundo não adota um parâmetro de referência para efeitos de gestão, utilizando a taxa Euribor a 12 meses, divulgada no último dia útil do ano anterior e adicionada de 2% ao ano, apenas como padrão de referência para o cálculo da componente variável da comissão de gestão.

A gestão poderá recorrer a instrumentos financeiros derivados — futuros, opções, swaps cambiais e de taxa de juro, forwards cambiais, warrants e instrumentos de cobertura do risco de crédito (Credit Default Swaps) — tanto para cobertura de riscos financeiros como para fins de rentabilização e otimização da gestão da carteira. Para efeitos de controlo da exposição global a derivados é utilizada a metodologia de VaR absoluto, não podendo este exceder, em qualquer momento, 20% do valor líquido global do Fundo; o nível máximo de alavancagem esperado é de 35% do valor líquido global do Fundo. O Fundo pode também realizar operações de empréstimo de valores mobiliários e de reporte, incluindo reporte inverso, nos termos e limites previstos na legislação e no prospeto, sendo expectável que a proporção de ativos objeto de empréstimo não exceda, em cada momento, 10% do valor líquido global.

O risco cambial não é coberto de forma sistemática, pelo que a valorização da carteira pode ser influenciada pela evolução das moedas em que se encontram denominados os investimentos. A composição da carteira está sujeita aos limites legais e regulamentares aplicáveis aos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários, designadamente em matéria de concentração por emitente, contraparte, depósitos, instrumentos derivados e investimento noutros organismos de investimento coletivo.

O Fundo é um organismo de acumulação, pelo que os rendimentos e as mais-valias gerados pelos investimentos são integralmente reinvestidos e refletidos no valor das unidades de participação, não havendo lugar à distribuição periódica de rendimentos. Não existem garantias de capital ou de rendibilidade.